Sem assumir a ação que vitimou o
cinegrafista da Band, os black blocs Rio de Janeiro, criticaram por meio de sua
página no facebook a atenção dada ao caso: "Realmente, infelizmente é
muito triste e difícil esse momento em que estamos lutando por um País melhor e
acontece uma infelicidade dessa, fica claro a diferença entre PM e
Manifestante! Nunca aconteceu tanta investigação por um caso como o do cinegrafista,
pessoas morrem na mão dos imundos (policiais militares) e não são noticiados e
os causadores não são caçados". A atitude foi uma demonstração de que para
o grupo de mascarados, a morte do cinegrafista foi um acidente de percurso, ou
mero efeito colateral da “causa”.
Foi com desrespeito ao patrimônio público
e privado, intolerância e práticas violentas, que os black blocs expulsou o
cidadão comum das manifestações que eclodiram Brasil a fora desde junho do ano
passado. Além de matar os protestos pacíficos o grupo fez sua primeira vítima
fatal e agora, tenta justificar a morte de Santiago Andrade citando outras
mortes causadas pela polícia.

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