O líder do PMDB, deputado Eduardo Cunha
(RJ), vai coletar assinaturas para a abertura de uma CPI para investigar denúncias de aliciamento e
financiamento de jovens que participam de manifestações violentas, o chamado
Black Bloc. A iniciativa tem por base as declarações de Caio Silva de Souza,
preso pela morte do cinegrafista da TV Bandeirantes, Santiago Andrade,
que foi atingido na cabeça por um artefato explosivo durante uma manifestação
Black bloc.
A defesa do auxiliar de limpeza alega que
jovens vem sendo aliciados para promoverem tumulto durante as manifestações e
que cada participante recebe o valor de R$ 150,00. Em seu depoimento Caio mencionou o PSOL, o PSTU e a Frente Independente
Popular, como organizações que fariam os pagamentos. Se criada a CPI deverá investigar a fundo quem são e quem financia
os jovens mascarados que se infiltram nas manifestações com o intuito de
promoverem atos de vandalismo e violência contra manifestantes e profissionais
do meio de comunicação.
Segundo
tem noticiado a imprensa, os Black Blocs são supostamente financiados por
instituições públicas e/ou políticos. A atuação deste grupo vem afastado
o cidadão de bem das manifestações a tempos e já fez sua primeira vítima fatal.
Eis o velho costume brasileiro de esperar que o pior aconteça para só depois
intervir. Resta agora esclarecer de fato quem está financiando esse tipo de
movimento a fim de punir os culpados e evitar que novas tragédias como essa
volte a ocorrer.

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